8 serial killers brutais e pouco conhecidos

8 serial killers brutais e pouco conhecidos

Um assassino em série (também conhecido pelo nome em inglês, serial killer) é um tipo de criminoso de perfil psicopatológico que comete crimes com uma certa frequência. Muitos dos que foram capturados aparentavam ser cidadãos respeitáveis, atraentes, bem sucedidos, membros ativos da comunidade, mas até que seus crimes foram descobertos. Existem muitos serial killers famosos, como mostra a nossa matéria dos 7 piores serial killers do século XX, mas existem alguns que foram muitos brutais e cruéis, porém, pouco conhecidos.

Tendo isso em mente nós resolvemos trazer uma pouca da história desses serial killers que cometeram crimes bárbaros, mas que por esquecimento ou por algum outro motivo, ninguém conhece as histórias desses assassinos. Então, caros leitores, confiram agora a nossa matéria com os 8 serial killers brutais e pouco conhecidos:

1 – John Robinson

Ao todo foram 11 mulheres mortas ou desaparecidas que estão ligadas a esse homem. Todas essas mulheres desapareceram ou foram mortas durante um período de 16 anos. John Robinson era um pai de meia idade, casado, com quatro filhos, mas infelizmente era um assassino. Ele era um sadomasoquista, e conheceu algumas das mulheres que ele matou através de um site chamado “Slavemaster”. Seus segredos foram descobertos quando dois barris de metal estavam na sua propriedade rural no Kansas, e cada um tinha um corpo de uma mulher. Poucos dias depois, três corpos femininos foram encontrados em outra casa alugada por Robinson. Ele foi condenado pelos assassinatos das mulheres encontradas no Kansas, e recebeu pena de morte.

2 – Larry Eyler

Nascido em 1952, Larry Eyler ficou conhecido como “Highway Killer” (assassino das rodovias) depois de algumas de suas vítimas serem encontradas ao longo de rodovias. Até seus 30 anos de idade, Eyler começou a pegar homem sob o pretexto de sexo consensual, usando uma prática sexual conhecida como “bondage”, e depois que eles entravam dentro do veículo, Eyler os levava para uma área isolada, os algemavam e espancavam brutalmente suas vítimas. A maiorias deles foram encontrados estripados e com as calças puxadas para baixo.

Eyler foi ligado a um de seus crimes por uma trilha de pneu que ele deixou em uma das cenas do crime, e tempos depois foi observado 8 sacos de lixo em uma lixeira. A polícia encontrou os restos mortais de um garoto de 15 anos de idade, e Eyler foi sentenciado à morte por injeção letal. Ele ainda confessou para o advogado que tinha matado 21 pessoas, e ainda se ofereceu a dar informações sobre assassinatos se sua sentença fosse mudada para prisão perpétua. O estado se recusou a fazer um acordo, e Eyler acabou morrendo em 1994 por complicações relacionadas a AIDS. Dois dias depois de sua morte, o advogado de seu recurso veio a público com os detalhes dos 21 assassinatos que Eyler cometeu. Suas confissões combinava com as evidências físicas nas cenas, e os 21 casos de assassinatos em série foram fechados.

3 – Gerard Schaefer

Esse homicida de Broward County, era um ex-policial que foi condenado em 1973 por dois assassinatos e mutilações. Mas acredita-se que ele era o responsável por trinta ou mais mortes. Ele era um sádico e apreciador do sexo animal por natureza. Schaefer atraia jovens fora das estradas com a ajuda de seu crachá de policial. Ele as estuprava, torturava, mutilava e depois cometia assassinatos. Uma de suas características era amarrar suas vítimas nas árvores enquanto ele ia trabalhar como policial. Dentes, jóias e roupas de várias meninas e mulheres jovens foram desaparecidas encontradas em um baú no sótão da casa de sua mãe.

4 – Fritz Haarmann

Haarmann tinha começado sua carreira de crimes em setembro de 1918, uma época em que a Alemanha estava sofrendo da privação econômica e escassez de alimentos por causa da guerra. Um jovem fugitivo chamado Friedel Roth, veio a desaparecer, e deixou uma carta para sua mãe dizendo que ele não voltaria para casa até que “ela ficasse boa de novo”. Na época, vários amigos do garoto foram ouvidos com informações, que eventualmente, levou a polícia para Cellerstrasse, número 27. Essa era a casa de um homem que alegou ter seduzido Friedel. Um detetive surpreendeu Fritz Haarmann na cama com um rapaz, e ele foi sentenciado nove meses de prisão por seduzir jovens. Bom, nesse caso, a casa de Fritz não foi vistoriada, e cinco anos depois, em um interrogatório, Fritz confessou que havia a cabeça de um rapaz assassinado recheada de papel atrás do fogão, embrulhada em um jornal.

5 – Peter Kurten

A partir do verão de 1929, Kurten realizava na cidade de Dusseldorf, na Alemanha, um domínio do medo. Quase todas as semanas um cadáver fresco era encontrado horrivelmente cortado ou espancado até a morte, por vezes vítimas de violência sexual. Quase todas as vítimas eram mulheres jovens, embora também havia casos de homens e crianças. Esse assassino enviou cartas a polícia, explicando onde cadáveres desconhecidos estavam, chegando ao ponto de guiá-los a partir de um mapa. Kurten disse as autoridades que gostava de matar, e vagava pelas ruas à noite, a procura de novas vítimas, tentando encontrar a satisfação sexual no assassinato. Umas das coisas macabras que ele fazia era pegar o sangue jorrando dos ferimentos e colocar na boca das vítimas, e por isso ele foi conhecido como o Vampiro de Dusseldorf. Ele foi guilhotinado em Colônia, na Alemha, no dia 2 de julho de 1931.

6 – Arthur Shawcross

Arthur Shawcross (nascido em 06 de junho de 1945) é um serial killer, também conhecido como O Assassino do Rio Genesee. Ele matou a maioria das suas vítimas depois de ser colocado em liberdade condicional antecipada por uma condenação pelo assassinato de uma criança. Ele nasceu no Maine, mas a família mudou-se para Watertown no Estado de Nova York, quando ele era jovem. Shawcross abandonou a escola na nona série, e quando ele tinha 19 anos ele se alistou no exército. Ele lutou na Guerra do Vietnã, onde foi mais tarde confessar que havia assassinado e canibalizados duas meninas vietnamitas, embora não haja nada para se fazer comprovar esta reivindicação.

De volta à vida civil, vivendo em Watertown, mais uma vez, Shawcross foi casado quatro vezes, mas seus casamentos duravam pouco, porque suas esposas o deixavam invariavelmente, por causa de seu comportamento violento e errático. Foi lá, em maio de 1972, que assassinou Jake Blake de 10 anos de idade. Ele atraiu o menino para um bosque, onde ele agrediu e estrangulou-o. Quatro meses depois, ele estuprou e matou uma menina de oito anos, chamada Karen Ann Hill. Preso por estes crimes, Shawcross confessou dois homicídios, mas mais tarde foi capaz de obter uma barganha com os promotores. Ele seria acusado de matar apenas Karen Ann Hill sob a acusação de homicídio, em vez de assassinato em primeiro grau, e acusação de matar Jake Blake seria abandonada.

Com poucas evidências para prosseguir, os procuradores fecharam o acordo com Shawcross e ele foi condenado a 25 anos. Shawcross cumpriu 15 anos e foi colocado em liberdade condicional em março de 1987. Ele teve dificuldade em se estabelecer, em uma casa e locais de trabalho assim que os vizinhos e os empregadores descobriam sobre seus antecedentes criminais. Eventualmente, estabeleceu-se em Rochester, Nova York, e vivia com uma mulher chamada Clara. A partir de março de 1988, Shawcross começou a matar prostitutas na área. Elas eram geralmente estranguladas e espancadas até à morte, e foram muitas vezes mutiladas também. Depois que o corpo da última vítima foi encontrado em janeiro de 1990, a polícia decidiu não retirá-lo e ao invés disso manteve a vigilância na área, com base em um perfil psicológico que sugere que o assassino voltaria à cena. Shawcross foi flagrado se masturbando enquanto estava sentado em seu carro em uma ponte sobre o córrego em que o corpo de sua vítima final estava flutuando. Ele foi preso e acabou confessando em custódia.

7 – Carl Panzram

Carl Pazram foi um dos mais ferozes e impenitentes “serial killers”. Ele era amargurado pelos anos de tortura, tanto dentro como fora da prisão, e o que restou disso tudo foi um homem que gostava de matar. Ele odiava todas as pessoas incluindo a si mesmo. “Eu estava tão cheio de ódio que não havia em mim espaço para sentimentos como amor, compaixão, bondade, honra ou decência” é uma das declarações cruéis de Carl. Ele viveu uma vida de nômades cometendo crimes na Europa, Escócia, EUA, América do Sul e uma vez que ele matou seis homens na África e alimentou crocodilos com seus corpos.

E 1920, quando Carl tinha apenas 29 anos de idade, ele cometeu seu primeiro assassinato, matando alguns marinheiros em Nova York e jogando seus restos mortais em um rio. Anos depois, ele estuprou e matou dois meninos pequenos, batendo em um até a morte e estrangulando outro com um cinto.

8 –  Peter Sutcliffe

Depois do seu primeiro ataque em 1975, Sutcliffe matou treze mulheres e deixou outras sete pessoas à morte. Os sete sobreviventes disseram que tinham sorte por estarem vivos, mas as cicatrizes físicas, emocionais e psicológicas nunca iriam ser apagadas. Scucliffe cometeu seu primeiro crime em Keighley, na noite de 5 de julho de 1975, quando ele atacou uma mulher de 36 anos que estava andando sozinha, batendo em sua cabeça com um martelo e cortando sua barriga com uma faca.

E aí, já conheciam algum desses assassinos? Faltou algum serial killer que foi uma pessoa brutal, porém pouco conhecida? Comentem!

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