Ator Michael J. Fox Pede Ajuda Na Luta Contra O Mal De Parkinson – O Que A Medicina Natural Pode Fazer Para Derrotar Esta Terrível Doença

Aos 18 anos, Michael J. Fox mudou-se de Edmonton, Canadá, para Los Angeles, Estados Unidos.

O começo foi difícil.

Ele não conseguiu espaço no cinema do dia para a noite.

E sobrevivia comendo o barato sanduíche do McDonald’s.

Mas um dia os agentes de Hollywood descobriram seu talento.

E logo veio o sucesso com elogiadas atuações em filmes como High School (1983) e de Volta para o Futuro (1985).

Esse foi o início de uma carreira incrível.

A doença de Parkinson

Michael J. Fox tem lutado contra a doença de Parkinson desde a década de 1990.

Gastou muito dinheiro, contratou os melhores médicos e especialistas

Mesmo assim, ele está tragicamente perdendo essa luta.

Aos 56 anos de idade, a fala de Fox é lenta.

Seu pé esquerdo está perdendo os movimentos e muitas vezes ele é forçado a arrastá-lo.

A previsão dos médicos é que antes dos 60 anos o ator dependerá de uma cadeira de rodas.

Mesmo assim, Michael não desiste.

Ele é guerreiros e todos os amigos admiram a sua luta contra essa terrível doença.

Talvez, o que esteja faltando ao ator é despertar para a medicina natural.

 

O tratamento natural

Ele pode ajudar e bastante.

O mal de Parkinson é causado pela perda de neurônios produtores de dopamina, que controla os movimentos.

Para tratar naturalmente esse e outros problemas relacionados ao cérebro, como o Alzheimer, recomenda-se a adoção de uma dieta saudável, rica em frutas, verduras cruas e alimentos antioxidantes; limpeza corporal (retirar metais pesados, o amálgama dental e não usar panela de alumínio); exercícios e terapias.

Um resumo do que deve ser feito:

1. Praticar exercícios físicos e respiratórios.

2. Tomar sol diariamente.

3. Beber suco de dente-de-leão em jejum durante três semanas.

4. Tomar o chá de ervas como raiz de urtiga-branca, salsaparrilha, ipê-roxo, cáscara-sagrada e cavalinha (uma xícara três vezes ao dia).

5. Beber todo dia uma xícara de chá verde pela manhã.

6. Comer diariamente uma castanha-do-pará, que é excelente para o cérebro e o coração.

7. Tomar uma colher de chá de ginkgo biloba em pó ao dia por no máximo seis meses.

Depois parar dois meses, para não sobrecarregar os rins e o fígado, e recomeçar.

8. Consumir suplemento de ômega 3 diariamente.

9. Consumir suplemento de magnésio (pode ser cloreto de magnésio) diariamente.

10. Suplementar-se também com cápsulas de vitamina D.

A coenzima Q10

A coenzima Q10, ou ubiquinona, é uma substância similar às vitaminas.

Ela é um poderoso antioxidante.

Alguns alimentos contêm pequenas quantidades dessa substância, como a carne de órgãos, bifes bovinos, sardinha, cavala e amendoim.

O corpo também possui a capacidade de produzir a coenzima Q10, a partir do aminoácido tirosina, mas esse é um processo muito difícil, pois exige no mínimo oito vitaminas e diversos minerais para se concretizar.

Um estudo de 2002 analisou a utilização de coenzima Q10 para tratar a doença de Parkinson.

Este estudo incluiu 80 participantes, que estavam em estágios iniciais de Parkinson, antes que qualquer tratamento medicamentoso fosse necessário.

Os participantes receberam aleatoriamente um placebo ou uma dose diária de 300 mg, 600 mg ou 1.200 mg de coenzima Q10 por 16 meses.

Os participantes foram monitorados utilizando a Unified Parkinson Disease Rating Scale, que determina a gravidade da doença.

No fim do estudo, participantes que tomaram placebo haviam piorado 49,8%.

No grupo de coenzima Q10, aqueles que tomaram 1200 mg por dia mostraram a menor progressão: em média, este grupo piorou 29,6%.

Os resultados positivos deste estudo deram à coenzima Q10 mais um mérito para adicionar à sua reputação, mas nem todos os especialistas estavam certos de tais benefícios.

Outro estudo publicado no Archives of Neurology em julho de 2007 incluiu 131 pacientes de Parkinson, que receberam 300 mg de coenzima Q10 ou um placebo a cada dia.

No final de três meses, os níveis plasmáticos de coenzima Q10 melhoraram naqueles que tomaram o suplemento, mas os sintomas não apresentaram melhora.

Autores do estudo dizem que estes resultados mostram que a coenzima Q10 pode trazer benefícios para pacientes de Parkinson, porém mais pesquisas precisam ser feitas em relação a doses mais elevadas de coenzima Q10.

Um resultado que apareceu em ambos os estudos foi a segurança de tomar coenzima Q10 em pacientes de Parkinson.

O uso a longo prazo de coenzima Q10 não produziu efeitos colaterais negativos e foi bem tolerado, mesmo por aqueles que estavam tomando medicamentos para sua condição.

Assim, parece que a adição de uma dose diária de coenzima Q10 é segura para pacientes de Parkinson.

Sem efeitos secundários conhecidos e provas inclinadas em uma direção positiva, parece que a coenzima Q10 pode ser um complemento valioso para aqueles com doença de Parkinson.

Se você quiser aumentar a eficácia de um regime de coenzima Q10, adicione vitamina C e vitamina E.

Com base em pesquisas, alguns especialistas acreditam que tomar esses três suplementos juntos resultaria em uma potente arma contra a progressão do Parkinson.

A coenzima Q10 é encontrada em farmácias, casas de produtos naturais e lojas que vendem suplementos para atletas.

 

Fonte

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