CUIDADO: Remédio proibido em mais de 10 países pode estar na sua casa

Remédios proibidos mundo a fora!

Você pode estar tomando remédios que foram proibidos em outros países, mas aqui ainda continua sendo receitado e comercializado livremente.

O monitoramento de quais remédios podem ou não, é do Ministério da Saúde, através da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Nos países da Europa quem controla é a EMA – European Medicines Agency e nos Estados Unidos o FDA – Food and Drug Administration.

A retirada do mercado é feita com um pedido formal por profissionais da saúde, ou por agentes da saúde, quando constatam que um medicamento está causando danos maiores para saúde da população.

Aos laboratórios não interessa tirar do mercado, já que faturam muito com a venda.

A venda de medicamentos no Brasil está em crescimento frenético, tanto que, impressiona a quantidade de farmácias instaladas nas cidades.

Existem mais farmácias vendendo remédios do que restaurantes ou mercados.

Além disso, as farmácias brigam com supermercados para vender conveniências.

Os supermercados são contra, eles alegam que, se não podem vender medicamentos, a farmácia não pode vender produtos de consumo.

Vejamos quais são os remédios que são proibidos em outros países e liberados no Brasil

Dipirona

Proibida a venda nos Estados Unidos já há mais de 10 anos. Lá tinha o nome de Metamizol e aqui no Brasil temos a própria dipirona e presente na formulação de outros vários medicamentos.

É um dos mais vendidos como analgésicos. Segundo a FDA, que regula a venda nos EUA, este medicamento pode causar choques anafiláticos e anemia aplástica, que pode ser letal.

Diane 35

Proibido na França por ter causado a morte de pacientes.

É fabricado pela Bayer e vendido no Brasil como estrogênios e progestágenos, para tratamento dermatológico da acne e como pílula anticoncepcional.

Depois do alerta das autoridades de saúda da França, a ANVISA está monitorando a Diane 35 em possíveis efeitos colaterais, para, se for o caso, restringir a venda.

Sibutramina

Proibido em vários países, mas apesar de alertas, aqui está sendo comercializado normalmente para tratamento do controle da obesidade.

A Sibutramina pode aumentar os riscos de doenças cardíacas e atacar o sistema nervoso central.

A venda só pode ser feita com receita médica e com assinatura de um termo de responsabilidade do paciente.

A ANVISA até chegou a proibir a venda, mas diante de muitas reclamações e solicitações de pacientes que dizem ser o único medicamento que ajuda no tratamento da obesidade, acabou cedendo e liberando a comercialização com restrições, mas está monitorando os seus efeitos para, se preciso, proibir de vez a venda.

Avastin

Proibido nos Estados Unidos para tratamento de câncer de mama, mas liberado para tratamentos de outros tipos de tumores.

Este medicamento é produzido pelo laboratório Roche.

Reduz o crescimento de novos vasos sanguíneos. Nos EUA foi constatado de que a Avastin causava pressão alta e hemorragias no tratamento do câncer de mama e não trazia praticamente nenhum benefício na melhora da qualidade de vida do paciente.

No Brasil e em praticamente todos os outros países, o medicamento continua sendo indicado e usado normalmente.

Hormônio do crescimento na versão natural

Proibido nos Estados Unidos e alguns outros países, por constatarem que o tratamento apresentava possíveis danos ao sistema nervoso em crianças com deficiência de crescimento e com pouco resultado positivo.

Aqui no Brasil é ministrado sintetizado ou na forma natural e sem restrição de venda.

Fosfoetanolamina

É um produto que tem causado muita discussão quanto ao seu efeito no Brasil.

É produzido pela USP – Universidade de São Paulo e conhecida popularmente como a pílula do câncer.

Chegou à discussão no Congresso Nacional e foi votado e liberado para uso de pacientes em tratamentos oncológicos, mas sob protestos da ANVISA, porque ainda não tem nenhuma comprovação de que a pílula de Fosfoetanolamina funciona.

O ICESP – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – iniciou em julho de 2016 os testes oficiais em 10 pacientes e, não apresentando efeitos colaterais, o teste passará para 200 pessoas.

Dependendo do resultado oficial, a ANVISA vai se posicionar da proibição ou não no uso da pílula do câncer.

Sabonetes antibacterianos foram proibidos nos Estados Unidos

Alguns ingredientes da formulação dos sabonetes e outros produtos de higiene considerados antibacterianos foram proibidos nos Estados Unidos.

Os estudos apontaram para que na verdade só enganam o consumidor e não eliminam bactérias.

Ou seja, é muito melhor usar o sabão comum que é mais eficiente no combate aos germes.

A proibição é para 19 ingredientes químicos, entre eles a triclosan presente em sabonetes líquidos e o triclocarban, nos sabonetes em barra.

Cerca de 40% de todos produtos contém pelo menos um dos ingredientes dos 19 que foram proibidos e que a partir de agora, todos terão que passar por uma reformulação para se adequarem ou terão que sair do mercado.

Janet Woodcok, diretora da divisão de drogas da FDA disse que: “Os consumidores podem pensar que os sabonetes antibacterianos são mais efetivos para evitar os germes, mas não existe evidência científica de que sejam melhores que água e sabão comum.

Alguns dados, ainda por cima, sugerem que os ingredientes antibacterianos podem fazer mais mal do que bem em longo prazo.”

No Brasil são comercializados 215 produtos, como sabonetes antissépticos que contém Triclosan e 110 produtos que tem na fórmula o Triclocarban.

O Triclosan tem função conservante na base de 0,03% e está presente praticamente em todos os produtos de higiene pessoal, perfumaria ou cosméticos.

Diante as últimas proibições nos Estados Unidos, a Anvisa informou que: “tomou conhecimento dos recentes dados relacionados aos riscos decorrentes do uso destas substâncias em cosméticos e está estudando a necessidade de revisão da regulamentação”.

E eu, que comprava estes sabonetes pensando que estava eliminando germes e na verdade, a longo prazo, podem ocasionar doenças pelo uso do mesmo. Portanto, nada como o velho sabão que ainda é o mais eficiente para eliminar germes, e que pode ser usado sem restrições.

Fonte

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